163
Visualizações
Acesso aberto Revisado por pares
Artigo de Revisão

Análise de vídeos do Youtube sobre prevenção de queimaduras

Analysis of videos from Youtube on burn prevention

Paulo Roberto Boeira Fuculo Junior1; Evelyn Andrade dos Santos2; Lucas Henrique de Rosso3; Simone Coelho Amestoy4; Francis Solange Torinho5; Maria Elena Echevarría-Guanilo5

RESUMO

OBJETIVO: Analisar as informações dos vídeos disponibilizados no YouTube sobre prevenção de queimaduras.
MÉTODO: Pesquisa de abordagem quantitativa do tipo exploratório. Utilizou-se como fonte de dados o sítio de compartilhamento do YouTube e a estratégia de busca prevenção AND queimaduras. Foram incluídos vídeos que contemplavam informações relacionadas à prevenção de acidentes com queimaduras e excluídos vídeos por duplicidade, que não abordavam a temática ou que eram baseados em vídeos já incluídos na amostra analisada, a partir da sua publicação original. Identificaram-se 64 vídeos, dos quais 24 foram excluídos.
RESULTADOS: Foram analisados 40 vídeos, publicados entre 2010 e fevereiro de 2015. As principais orientações foram relacionadas a queimaduras por álcool líquido, sendo orientada a utilização do álcool gel e não acender fogo enquanto este estiver sendo utilizado; a necessidade de manter as crianças longe das fogueiras, do fogão e do ambiente de preparo dos alimentos; colocar as panelas nas bocas do fundo do fogão com os cabos virados para o centro do mesmo; armazenar produtos inflamáveis tais como álcool, fósforos, isqueiros, extensões elétricas e tomadas em lugares fora do alcance das crianças.
CONCLUSÃO: Considera-se que os vídeos apresentam relevantes informações sobre prevenção de queimaduras. Entretanto, é imprescindível a avaliação dos conteúdos dos mesmos, uma vez que estes se tornam importantes para educação em saúde para a população.

Palavras-chave: Queimaduras. Prevenção de Acidentes. Educação em Saúde. Internet.

ABSTRACT

OBJECTIVE: To analyze the content in available videos on YouTube about burns prevention.
METHOD: It is a quantitative and exploratory research. The sharing site YouTube, the strategy of search prevention plus burns were used as database. Videos that regarded information related to the prevention of accidents with burns were included, and videos that were doubled, or did not approached the theme, or were based on already included videos in the analyzed sample from its original publication were excluded. It was possible to identify 64 videos, from which 24 were excluded.
RESULTS: Fourty videos were analyzed, which were published between 2010 and February of 2015. The main orientations were related to burnings by liquid alcohol. The utilization of alcohol gel; not rising fire while the product is being used; the necessity of keeping children away from camp fires, stoves, and the environment of cooking were indicated. Also, the importance of keeping pans on rear burners, and the pot cables to the center; storing inflatable products such as alcohol, matchboxes, lighters, electrical extensions, and canals in places where children don't have access are implied important.
CONCLUSION: Videos present relevant information on burns prevention. However, the evaluation of video content is fundamental, since they are important to people's health education.

Keywords: Burns. Accident Prevention. Health Education. Internet.

INTRODUÇÃO

A internet representa uma rede mundial de computadores ou terminais ligados entre si. Esta engloba o maior acervo de informações que estão disponíveis para a população, tendo em comum um conjunto de protocolos e serviços, de uma forma que os usuários conectados podem usufruir de serviços de informações e comunicação. Estas características tornam a internet uma "super" via de informação1.

O número de serviços disponíveis na internet é bastante amplo, consequentemente, pode ser usada para vários fins, como manter contatos, usar intranets, jogar, fonte de investimentos, encontrar aconselhamento e cura, participar de ações não lucrativas, estudar e pesquisar informações2.

Ao longo da história da internet, foram surgindo ferramentas que contribuíram para um melhor uso da mesma e, hoje, permitem diversas formas de comunicação, como os blogs, vlogs, páginas de relacionamento e de entretenimento, como é o caso do YouTube, que foi eleito a melhor invenção de 20063, e que pode ser lugar de ensinar e aprender sobre distintos temas, tais como acidentes com queimaduras.

Segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), acidentes com queimaduras são responsáveis por, aproximadamente, 300.000 mortes por ano em todo o mundo. No Brasil, a estimativa destes acidentes representa entorno de 1.000.000 a 1.500.000 por ano4,5. As queimaduras continuam sendo o acidente mais devastador que pode acontecer subitamente a uma criança sadia, uma vez que podem deixar sequelas permanentes e marcas para o resto da vida6.

Devido a sua grande popularidade, o YouTube passou a ser usado como plataforma para consumir vídeos educativos7. Com isso, é natural que as pessoas possam vir a buscar medidas para prevenir acidentes com queimaduras nos vídeos disponibilizados. Dessa forma, além de procurar informações para autoproteção, também venham a proteger filhos, familiares ou outras pessoas, principalmente do seu convívio.

Dentre as situações que oferecem maiores riscos para acidentes por queimaduras em crianças, estão a manipulação de líquidos superaquecidos, produtos químicos e/ou inflamáveis, principalmente o álcool, metais aquecidos, tomadas elétricas, fios desencapados e bombas festivas8.

Um estudo feito no Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, há mais de uma década, identificou que os pacientes e suas famílias apontaram o uso de meios de comunicação como estratégias educacionais de prevenção que contribuem com a diminuição de acidentes com queimaduras8, o que corrobora a importância da realização deste estudo a partir da análise de vídeos divulgados no Youtube.

Embora o conteúdo exposto na internet possa ser usado com a finalidade de adquirir conhecimento ou como forma de prevenção às queimaduras, não necessariamente o que for publicado terá caráter fidedigno, uma vez que muitas das informações compartilhadas podem ser falsas, incompletas ou oferecer maiores riscos às pessoas, ao invés de proteção. A garantia da qualidade pode ser comprometida por detalhes e não atender à necessidade do público que busca essa ferramenta para o conhecimento.

Pelo exposto, o presente estudo tem como objetivo conhecer as informações compartilhadas no YouTube sobre prevenção de queimaduras.


MÉTODO

A pesquisa é de abordagem quantitativa do tipo exploratório, na qual se utilizou como base de dados o sítio de compartilhamento de vídeos YouTube, que pode ser acessado pelo endereço virtual www.youtube.com.br . Justifica-se o uso do YouTube, por esse ser atualmente um dos maiores meios de acesso a vídeos pela população9.

Para identificação de vídeos na página do YouTube, foi utilizada a estratégia de busca com as palavras chaves "prevenção AND queimaduras". Foram identificados no site 3.870 resultados, e após a utilização da ferramenta de filtros "data de upload" foi possível identificar os títulos em ordem decrescente de publicação. Desta forma, os vídeos foram analisados um a um em todo o seu tempo de duração, no período dos últimos cinco anos de compartilhamento no sítio. Com o intuito de organizar o processo de coleta de dados, foi criada uma tabela contemplando os seguintes dados: título do vídeo, link, duração, natureza (reportagem, entrevista, campanha), autor e orientações para prevenir as queimaduras.

Quanto aos critérios de inclusão e exclusão, foram incluídos apenas os vídeos publicados nos últimos cinco anos e excluídos vídeos que por meio de reportagens/entrevistas usavam outros vídeos de prevenção, e tais vídeos já se encontravam publicados no YouTube. Ainda, foram excluídos vídeos que, embora apresentassem no título a palavra "prevenção", não contemplavam no seu conteúdo a temática de prevenção de queimaduras, assim como os materiais que se encontravam em duplicidade. Ao analisar o último vídeo publicado nos últimos cinco anos e conforme aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram analisados um total de 64 vídeos, publicados nesse período. Desses, 40 foram incluídos na pesquisa e 24 excluídos, por não atenderem ao objetivo do estudo. Não se fez necessária aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa, uma vez que o estudo não envolve a participação de seres humanos e não apresenta comprometimento a outrem.


RESULTADOS

Foram analisados criteriosamente os 40 vídeos selecionados na íntegra, os quais foram classificados em proveniente de campanhas de prevenção como parte de ações de políticas públicas, entrevistas/reportagens, propagandas e programas de televisão (TV) que abordavam a temática de prevenção de acidentes com queimaduras. Em relação à origem das orientações, estas eram provenientes de leigos (4), profissionais médicos (20), enfermeiros (6), bombeiros (8) e outros profissionais da saúde ou instituições de ensino (3), totalizando 41 pelo fato de que em um dos vídeos ter sido contabilizado dois profissionais fornecendo as informações.

Em relação às orientações apresentadas nos vídeos, de forma que contribuíssem com o conhecimento da população, estas foram apresentadas de acordo com o número de vezes que estiveram mencionadas, segundo agentes etiológicos e formas de prevenção (Quadro 1).




Identificou-se o predomínio de vídeos com informações a respeito da prevenção de queimaduras causadas por álcool. Em relação ao uso do álcool, as orientações foram centradas nas alternativas para substituir o produto, não comprá-lo, assim como não utilizá-lo, por exemplo, para a limpeza de casa, para acender fogo e atentar-se para deixá-lo longe do alcance das crianças. Em relação às chamas, as medidas de prevenção mais citadas foram: manter as crianças longe do calor de fogueiras, do acendimento dessas e do calor do fogão, seguida de orientações para não deixar crianças na cozinha durante o preparo de alimentos e colocar as panelas nas bocas de trás do fogão com os cabos virados para o centro do mesmo.

O uso de materiais/líquidos inflamáveis teve como principais orientações: manter as crianças afastadas, não acender fogo quando os mesmos se encontram próximos, guardá-los em lugares seguros (longe do alcance das crianças) e utilizar equipamentos de proteção ou adotar medidas de precaução quando utilizá-los.

Em relação às ações de prevenção, é possível identificar a preocupação e confiança nas práticas de prevenção como principal estratégia para a diminuição de acidentes com queimaduras. Foi mencionado o uso de cartilhas, cartazes, políticas públicas que trabalhem o assunto e a capacitação de profissionais para abordarem o tema, bem como trabalhá-lo em escolas, hospitais, Unidades Básicas de Saúde (UBS) e para os próprios pais.

Também foi possível identificar no conteúdo dos vídeos, a preocupação com o alerta para o racionamento dos fogos de artifício, evitar a compra clandestina dos mesmos, atentar para a classificação etária quando utilizá-los e não acendê-los após ingerir bebidas alcoólicas, assim como em época de festas juninas aumentar os cuidados para evitar acidentes e, nas brincadeiras com pipa, não soltá-las próximo aos fios de alta-tensão.

Como recomendações gerais, foram identificados o cuidado em relação a não deixar fósforos, isqueiros, extensões elétricas e tomadas ao alcance de crianças, assim como evitar o uso de velas para iluminar ambientes.

Além disso, quanto aos cuidados com a pele, foram citados: a utilização de filtro solar de forma rotineira, com maior ênfase em épocas como o verão, em que a exposição ao sol é diária e por muito mais tempo, respeitando os horários de exposição ao mesmo, além de uso de fatores físicos (por exemplo, boné, chapéus, roupas claras) para proteção solar e não utilizar bronzeadores caseiros. Em relação ao banho, é orientada a verificação da temperatura da água, principalmente quando o banho for dado em bebês na banheira ou em idosos, além disso foi citado verificar a temperatura dos alimentos antes de ingeri-los ou alimentar crianças.

Em relação a superfícies superaquecidas, identificaram-se como principais ações de prevenção: atentar à utilização de ferro de passar roupas, principalmente quando crianças estão por perto, sendo orientada a colocação fora do alcance das mesmas após conclusão da utilização, ou seja, guardá-lo imediatamente. Não usar toalhas de mesa muito longas, de forma que não se corra o risco de estas serem puxadas pelas crianças ou alguém tropeçar.

Na classificação "outros", foram incluídas orientações menos citadas, sendo estas relacionadas à utilização de chapéu, boné, roupas claras, na exposição ao sol, uso de filtro solar, evitar a utilização de bronzeadores caseiros, cuidados com o escapamento (cano) de motos quando estiverem quentes, cuidados ao retirar utensílios do forno do fogão ou micro-ondas, cuidado com quedas/atritos em asfalto quente, principalmente em horário de maior intensidade dos raios solares, não usar celular perto de bombas de combustível e cuidar o vapor de panelas.


DISCUSSÃO

Os vídeos do YouTube com conteúdo educacional apresentam linguagem verbal e textual atrativa, com isso, a busca pelo conteúdo apresenta crescimento inegável, já que a natureza de um vídeo é muito sintética, pois articula som, imagem, falas e pouco texto. Sobretudo, tem um poder de ilustração importante e acaba prendendo facilmente a atenção do telespectador10.

As orientações sobre prevenção são diversas nos vídeos analisados, entretanto, nem todas são claras e advindas de profissionais da saúde, compondo a amostra orientações provindas da população que não profissionais de saúde ou especialistas. As instruções são fragmentadas e o tempo de duração dos vídeos influencia esse fato, uma vez que não são apresentadas de forma geral e contínuo-cumulativa e sim pontuais, por exemplo, um vídeo citar apenas uma maneira de prevenção para um agente etiológico. Embora as medidas para evitar queimaduras, compartilhadas no YouTube, sejam pontuais, elas podem contribuir de forma significativa para evitar acidentes e causar danos muitas vezes irreparáveis tanto na parte física quando psicológica de uma pessoa.

Ao contrário das crianças, os adultos queimam-se geralmente com chama de fogo, entretanto, o maior índice de queimaduras em crianças ocorre na cozinha e com derramamento de líquido quente sobre o corpo, como água quente na cozinha, água quente do banho, bebidas superaquecidas ou óleos11. Essas informações vão ao encontro das orientações presentes nos vídeos analisados, uma vez que, das 25 encontradas, 15 são direcionadas ou mencionam prevenção de acidentes em crianças, principalmente na cozinha.

As queimaduras levam a sérias consequências físicas e psicológicas e em grande parte irreparáveis, e o número alarmante de acidentes com crianças prova que é necessário que se continue investindo em estratégias de prevenção12.

Está em vigor desde 2013 que o álcool líquido com mais de 54º Gay Lussac (46,3 INPM) não deve ser comercializado no mercado. A justificativa é justamente a redução do número de acidentes por queimaduras, cujas crianças são as maiores vítimas, já que se trata de um líquido altamente inflamável13. Isto representa grande preocupação e explica o fato dos vídeos demonstram um número expressivo de citações quanto ao fato.

Não brincar na cozinha, não puxar a toalha da mesa, empinar pipas longe da rede elétrica, não acender fósforo e cuidados com fogueiras e banho quente14 também aparecem na literatura, demonstrando a coerência das informações com as medidas corretas de prevenção.

Ainda, pode-se constatar que há uma grande diferença no número de vezes que alguns cuidados são citados nos vídeos com relação aos outros. Ao contrário dos cuidados com o álcool, citado em 19 vídeos, usar protetor solar foi mencionado apenas em um. Porém, é de extrema importância que esse cuidado seja trabalhado, levando-se em consideração que demograficamente o Brasil é um dos países que apresenta uma das maiores áreas intertropicais, tornando-se um dos mais ensolarados do planeta e com elevado número de ocorrência de queimaduras solares de primeiro e segundo grau, e com expressivo número de casos de câncer de pele15.

Estudos mostram que mais de 80% de um grupo de entrevistados acreditam que seus acidentes poderiam ter sido prevenidos se houvessem programas educativos de prevenção, podendo as medidas surgirem de outras pessoas, como dos familiares8.


CONCLUSÃO

Por meio desse estudo, foi possível realizar uma síntese do que está sendo publicado no YouTube sobre prevenção de queimaduras.

Pode-se concluir que o sítio de compartilhamento de informações visuais mostra-se presente quando o assunto é prevenção de queimaduras, entretanto, os vídeos apresentam, em sua maioria, medidas educativas pontuais/específicas, necessitando que o conteúdo postado seja ampliado e aborde as diversas formas de prevenção para diferentes agentes etiológicos em cada vídeo, incluindo o cuidado com a pele, tais como o uso de protetor solar e outros cuidados pouco mencionados.

Embora não possamos intervir nos vídeos já publicados, cabe a nós, profissionais da saúde, continuar investindo em estratégias de prevenção para que a população tenha discernimento entre as medicas erradas e corretas quando falar-se de prevenção de queimaduras.

Ademais, sugere-se ainda a participação de entidades oficiais, representativas na área da saúde e experientes na temática, para a produção de materiais que possam ser divulgados no sítio de compartilhamento do YouTube e em outros meios tecnológicos, abordando a prevenção e os primeiros socorros em queimaduras, que, como sugestão, devem ser avaliados em outros trabalhos.


REFERÊNCIAS

1. Morais CTQ, Lima JV, Franco SRK. Conceitos sobre internet e web. 1a ed. Porto Alegre: UFRGS; 2012.

2. Levine JR, Young ML. Internet para leigos. 13a ed. Rio de Janeiro: Alta Books; 2013.

3. Sampaio Júnior MR. O YouTube e o novo conceito de publicidade [monografia]. Brasília: Centro Universitário de Brasília, UniCEUB; 2007.

4. World Health Organization. Facts about injuries: burn [Acesso 27 Fev 2015]. Disponível em: www.who.int/mipfiles/2014/burns1.pdf

5. Barreto MGP, Barreto RP. Crianças vítimas de queimaduras. Até quando? Rev. Saúde Criança Adolesc. 2011;3(1):47-51.

6. Sociedade Brasileira de Queimaduras. Conceitos e causas de queimaduras. 2013 [Acesso 7 Fev 2015]. Disponível em: http://sbqueimaduras.org.br/queimaduras-conceito-e-causas/

7. Quadros CI, Quadros Júnior IB. Aspectos comunicacionais da educação nas mídias sociais digitais: o caso do YouTube. Ação Midiática. 2013;2(5):1-11.

8. Rossi LA, Ferreira E, Costa ECFB, Bergamasco EC, Camargo C. Prevenção de queimaduras: percepção de pacientes e de seus familiares. Rev Latino-Am Enfermagem. 2003;11(1):36-42.

9. Tourinho FSV, Medeiros KS, Salvador PTCO, Castro GLT, Santos VEP. Análise de vídeos do YouTube sobre suporte básico de vida e reanimação cardiopulmonar. Rev Col Bras Cir. 2012;39(4):335-9.

10. Schneider CK, Caetano L, Ribeiro LOM. Análise de vídeos educacionais no Youtube: caracteres e legibilidade. Novas Tecnol Educ. 2012;10(1):1-11.

11. Vale ECS. Primeiro atendimento em queimaduras: a abordagem do dermatologista. An Bras Dermatol. 2005;80(1):9-19.

12. Machado THS, Lobo JA, Pimentel PCM, Serra MCVS. Estudo epidemiológico das crianças queimadas de 0-15 anos atendidas no Hospital Geral do Andaraí, durante o período de 1997 a 2007. Rev Bras Queimaduras. 2009;8(1):3-9.

13. Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. Brasília: Ministério da Saúde [Acesso 2 Mar 2015]. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/busca/!ut
/p/c5/jZDJboNADIafhQeIxqFhKEcyLMMSlhTCckEQAkUQoCVqRzx9QOo1qPbJ-vXZ8odStHSf_zR1_miGPu9QjFKcWT4
1dABecoN3BYxDcKaSRVxtv1_yBGfwomRYaaLL9CDay4yPBAxdcLDguwDuH_0y5_9ze2P-7Nm2itO6
GYvkxUq4tUwa5VlTlPM1H6GjBm-6gN6pJCv-UeLZw8t7aqpRYIIoDkRNghZdO9az4bHcZfe2760mF
x6aPXFX7KvmYlz5CWpYX9gtOGcBjZ0-qY8kdte0r83CRfdKQQ9Hqe9vAmm_4dehwv6HxHobxfGsr
meOeNybe4g!!/?1dmy&urile=wcm%3apath%3a//Anvisa%20Portal/Anvisa/Inicio/Saneantes/Destaqu
es/Restricao%20ao%20alcool%20liquido%20de%20maior%20potencial%20inflamave
l%20esta%20em%20vigor
.

14. Instituto Pró-Queimados. Cartilha com fogo não se brinca [Acesso 2 Mar 2015]. Disponível em: http://www.proqueimados.com.br/prevencao_manual.asp

15. Brasil. Ministério da Saúde. INMETRO -Informação ao consumidor. Protetor solar. 1998 [acesso 6 Fev 2015]. Disponível em: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos/protetorSolar.asp










1. Acadêmico de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem (FEn) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Pelotas, RS, Brasil
2. Acadêmica de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem (FEn) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Pelotas, RS, Brasil
3. Acadêmico de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem (FEn) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Pelotas, RS, Brasil
4. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem (FEn) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Pelotas, RS, Brasil
5. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Pelotas, RS, Brasil

Correspondência:
Paulo Roberto Boeira Fuculo Junior
Universidade Federal de Pelotas
Rua Gomes Carneiro, nº 1; Bairro Porto
96010-610-Pelotas, RS, Brasil
E-mail: paulo.fuculo@hotmail.com

Artigo recebido: 16/7/2014
Artigo aceito: 1/9/2015

Local de realização do trabalho: Local de realização do trabalho: Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, RS, Brasil.

© 2018 Todos os Direitos Reservados